domingo, 19 de março de 2017

Diferenças entre moda e arquitetura

A moda e a arquitetura buscam representar estilos de uma época e de uma determinada cultura. O sentido da moda é o indivíduo ser o centro da atenção, procurando se diferenciar dos demais, mas ao mesmo tempo com a preocupação de não ser muito diferente, ou seja, não distoar da moda vigente. A moda vive o seu tempo, sendo revivida algumas vezes, mas sempre com mudanças, uma vez que a sociedade, o meio de produção e até os matérias-primas usadas não são os mesmos com o passar dos anos. Assim, para uma moda voltar, tem que se utilizar fotos antigas para tentar obter aquele estilo novamente, e nem sempre todos seguem o estilo padrão do momento, ocasionando diferentes pensamentos numa mesma cultura . Já a arquitetura é feita para todas as pessoas apreciarem, independentemente da época. As construções arquitetônicas têm o sentido de proporcionar bem-estar geral, ser um ambiente agradável para lazer, trabalho, estudos, uma vez que a moda geralmente não agrada a todos. A arquitetutura também é feita de estilos, cada um ao seu momento. A principal finalidade não é a estética, mas sim o retrato da cultura da região de origem.

Parágrafo Animação Cultural

Os objetos, liderados pela mesa-redonda, buscam por meio da revolução objetiva um maior reconhecimento da sua importância na sociedade, uma vez que claramente são os responsáveis por facilitar a vida e proporcionar conforto para toda a humanidade. De acordo com a colega Bia Bartholo, o processo de ultravalorização desses é extremamente problemático. Vivemos cercados pelos objetos, que muitas vezes comandam nossas ações, e acabam se tornando parte do nosso corpo, criando um vício e escravizando a humanidade. Com isso, as pessoas estão se tornando meros objetos consumidores de suas próprias criações, os objetos. Uma opinião da colega Roberta Silvestre me chamou a atenção: se pensarmos que  a cultura é o fruto da relação homem-objeto, a dominação dos objetos sobre os homens contribui para que a humanidade perca sua identidade e memória pois não vive mais em função de si mesma.